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FESTA’18 com Sons da Lusofonia

Diversos

12 concertos, 5 países, 3 continentes no Parque Urbano de Ovar

06 de julho de 2018

O FESTA está de regresso para 5ª edição, que decorrerá no próximo dia 14 de julho, no Parque Urbano de Ovar. A edição de 2018 está repleta de muitas e boas novidades, propondo uma FESTA com Sons da Lusofonia. Serão 12 concertos, 5 países e 3 continentes, tendo a língua portuguesa como pano de fundo. Bonga, Liniker e os Caramelows, Sopa de Pedra, Momo, Paulo Flores e Manecas Costa são os alguns dos destaques do FESTA’18.
Serão 15 horas de espetáculos, de acesso gratuito, que, nesta edição decorrerão num novo espaço, partindo-se à descoberta do Parque Urbano de Ovar.
O FESTA abre com várias bandas que deambularão pelo centro da cidade Ovar, criando um ambiente de animação e diversão por onde passa, entre as quais, a Banda às Riscas, a Banda Boa União, a Banda Plástica de Barcelos e a Banda Original Bandalheira.
O início da tarde será dedicado aos mais novos com a oficina “Vem tocar baterias” e o espetáculo para famílias “Galo Gordo”.
A partir das 17 horas, os ritmos começam a aquecer com o brasileiro Momo, seguindo-se a atuação do grupo vocal feminino Sopa de Pedra que, à capella, apresentará canções de raiz tradicional.
A viagem seguinte é ao continente africano com IMOXI | Paulo Flores e Manecas Costa, com sons do gumbé guineense e do semba angolano.
À noite, o FESTA leva-nos de volta ao Brasil com a irreverente Liniker e os Caramelows. De regresso a África, Bonga será o rei da noite e do semba. Celeste Mariposa encerra o FESTA’18 com um afrobaile que proporcionará uma viagem no tempo desde as bases do funaná instrumental até o áspero merengue angolano, além de Semba, Gumbé de Guiné-Bissau, Socopé de São Tomé e Príncipe e a Marrabenta moçambicana.
“O FESTA foi a banho e esqueceu-se da música” é uma assinatura que sublinha o facto de esta edição ser focada apenas na música. Alexandre Rosas, vereador da Cultura da Câmara Municipal de Ovar, explica que se trata de “um processo evolutivo. O FESTA, enquanto Festival de Artes na Rua, permite-nos criar múltiplas abordagens, destacando por exemplo determinada vertente artística e/ou possibilitando-os a descoberta de novos espaços, entanto, mantendo o propósito de ser um evento que celebra a cidade e as pessoas.”
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